Dia mundial das comunicações.

Silência e palavra: Caminho de Evangelização. Saiba mais...

Coleta de solidariedade.

Próximo domingo!

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Evangelho: Jesus e Pedro.



Jesus e Pedro

Jo 21,15-19
Quando eles acabaram de comer, Jesus perguntou a Simão Pedro:
- Simão, filho de João, você me ama mais do que estes outros me amam?
- Sim, o senhor sabe que eu o amo, Senhor! - respondeu ele.
Então Jesus lhe disse:
- Tome conta das minhas ovelhas!
E perguntou pela segunda vez:
- Simão, filho de João, você me ama?
Pedro respondeu:
- Sim, o senhor sabe que eu o amo, Senhor!
E Jesus lhe disse outra vez:
- Tome conta das minhas ovelhas!
E perguntou pela terceira vez:
- Simão, filho de João, você me ama?
Então Pedro ficou triste por Jesus ter perguntado três vezes: "Você me ama?" E respondeu:
- O senhor sabe tudo e sabe que eu o amo, Senhor!
E Jesus ordenou:
- Tome conta das minhas ovelhas. Quando você era moço, você se aprontava e ia para onde queria. Mas eu afirmo a você que isto é verdade: quando for velho, você estenderá as mãos, alguém vai amarrá-las e o levará para onde você não vai querer ir.
Ao dizer isso, Jesus estava dando a entender de que modo Pedro ia morrer e assim fazer com que Deus fosse louvado.
Então Jesus disse a Pedro:
- Venha comigo!

Santa Maria Madalena de Pazzi - 25 de Maio


Santa Maria Madalena de Pazzi
1566-1607

Batizada com o nome de Catarina, ela nasceu no dia 2 de abril de 1566, crescendo bela e inteligente em sua cidade natal, Florença, no norte da Itália. Tinha a origem nobre da família Pazzi, com acesso tanto à luxúria quanto às bibliotecas e benfeitorias da corte dos Médici, que governavam o ducado de Toscana. Sua sensibilidade foi atraída pelo aprendizado intelectual e espiritual, abrindo mão dos prazeres terrenos, o luxo e as vaidades que a nobreza proporcionava.

Recebeu a primeira comunhão aos dez anos e, contrariando o desejo dos pais, aos dezesseis anos entregou-se à vida religiosa, ingressando no convento das carmelitas descalças. Ali, por causa de uma grave doença, teve de fazer os votos antes das outras noviças, vestiu o hábito e tomou o nome de Maria Madalena.

A partir daí, foi favorecida por dons especiais do Espírito Santo, vivendo sucessivas experiências místicas impressionantes, onde eram comuns os êxtases durante a penitência, oração e contemplação, originando extraordinárias visões proféticas. Para que essas revelações não se perdessem, seu superior ordenou que três irmãs anotassem fielmente as palavras que dizia nessas ocasiões.

Um volumoso livro foi escrito com essas mensagens, que depois foi publicado com o nome de "Contemplações", um verdadeiro tratado de teologia mística. Também ela, de próprio punho, escreveu muitas cartas dirigidas a papas e príncipes contendo ensinamentos e orientações para a inteira renovação da comunidade eclesiástica.

Durante cinco anos foi provada na fé, experimentando a escuridão e a aridez espiritual. Até que, no dia de Pentecostes do ano 1690, a luz do êxtase voltou para a provação final: a da dor física. Seu corpo ficou coberto de úlceras que provocavam dores terríveis. A tudo suportou sem uma queixa sequer, entregando-se exclusivamente ao amor à Paixão de Jesus.

Morreu com apenas quarenta e um anos, em 25 de maio de 1607, no convento Santa Maria dos Anjos, que hoje leva o seu nome, em Florença. Apenas dois anos mais tarde foi canonizada pelo papa Clemente IX. O corpo incorrupto de santa Maria Madalena de Pazzi repousa na igreja do convento onde faleceu. Sua festa é celebrada no dia de seu trânsito.

Fonte: http://www.paulinas.org.br/

quinta-feira, 24 de maio de 2012

O Rozário: como rezá-lo bem.

                        

                  Uma oração que Nossa Senhora ama
 
Você reza o terço? 

Já viu imagens de Nossa Senhora representando-a tal como apareceu em Lourdes e em Fátima? Maria está com o terço na mão. Ela acompanhou silenciosamente, passando as contas, o terço que a menina Bernardete rezava na gruta de Lourdes. E, em Fátima, também com o terço na mão, a Santíssima Virgem pediu aos Três Pastorinhos que o rezassem todos os dias.

Tomara que algum dia você possa dizer, como o Papa João Paulo II: «O Rosário é a minha oração predileta. Oração maravilhosa! Maravilhosa na simplicidade e na profundidade!». Mas, para isso, será preciso que comece a rezá-lo e, se já o reza com frequência, que aprenda a fazê-lo cada dia melhor. Vamos ver como podemos fazer isso.

Primeiro, vencer as dificuldades:

1) Uma primeira dificuldade: “Não sei rezar o terço”, “Não conheço os vinte 'mistérios' (ou seja, os cinco correspondentes a cada um dos quatro 'terços' que compõem o rosário), não os sei de cor”. Solução: comprar logo, ou pedir a alguma pessoa amiga, algum folheto ou livrinho de orações (há muitos!) que traga a explicação dessa oração: como rezá-lo, quais são os mistérios, que mistérios devem ser rezados nos diferentes dias da semana… É fácil. Pessoas simples aprenderam tudo isso em pouco tempo. Se você “quer”- se “quer” mesmo - não lhes ficará atrás.

Um esclarecimento: a pessoa que o reza sem conhecer ou lembrar os “mistérios” faz, mesmo assim, uma oração válida, ainda que, naturalmente, ele fique incompleto (mas é melhor rezá-lo incompleto do que não rezá-lo).

2) Segunda dificuldade: “Não tenho terço” (o instrumento, o terço material, com as contas, a cruzinha, etc.; ou então o terço em forma de anel, que se usa girando no dedo). Compre-o, que é baratíssimo, e, enquanto não o tiver, conte nos dedos. Mas tenha em conta que vale a pena usar o terço material: se o seu terço (de contas ou de anel) foi bento por um padre ou diácono, ao usá-lo para rezar você ganhará indulgências (Por sinal, você sabia que pode ganhar nada menos que a indulgência plenária - com as devidas condições -, quando o reza em família, ou comunitariamente, num grupo?).

3) Terceira dificuldade: “Não tenho tempo de rezar o terço”. Essa desculpa “não gruda”. O terço pode ser rezado, se for preciso, andando pela rua, fazendo exercício físico de corrida, indo de ônibus, metrô ou trem, guiando carro (melhor do que se irritar com o trânsito), na sala de espera do médico ou do laboratório, em casa, entre outros. E você pode rezá-lo sentado, andando, de joelhos e até deitado (se estiver doente ou em repouso forçado, etc.).

Por sinal, não sei se você sabe que, nas livrarias católicas, são vendidos CDs com o rosário e que também há arquivos em áudio para player portátil. Basta ligar o áudio e ir respondendo ou acompanhando o que ouve.

4) Finalmente, a dificuldade mais comum é a aparente monotonia. “Dizemos sempre a mesma coisa”. “A repetição de tantas Ave-Marias acaba ficando mecânica, cansativa, sem sentido”. “De que adianta fazer uma oração tão repetitiva, que fica rotineira, parece oração de papagaio…”?

Deus faça que, após tê-las lido e, sobretudo, depois de tentar aplicá-las, você dê a razão às palavras de São Josemaria: «Há monotonia porque falta Amor».

Padre Francisco Faus
http://www.padrefaus.org/

Evangelho: Jesus intercede pelos que creem.



Jesus intercede pelos que crêem

Jo 17,20-26
Não peço somente por eles, mas também em favor das pessoas que vão crer em mim por meio da mensagem dele. E peço que todos sejam um. E assim como tu, meu Pai, estás unido comigo, e eu estou unido contigo, que todos os que crerem também estejam unidos a nós para que o mundo creia que tu me enviaste. A natureza divina que tu me deste eu reparti com eles a fim de que possam ser um, assim como tu e eu somos um. Eu estou unido com eles, e tu estás unido comigo, para que eles sejam completamente unidos, a fim de que o mundo saiba que me enviaste e que amas os meus seguidores como também me amas.
- Pai, quero que, onde eu estiver, aqueles que me deste estejam comigo a fim de que vejam a minha natureza divina, que tu me deste; pois me amaste antes da criação do mundo. Pai justo, o mundo não te conhece, mas eu te conheço; e aqueles que me deste sabem que tu me enviaste. Eu fiz com que eles te conheçam e continuarei a fazer isso para que o amor que tens por mim esteja neles e para que eu também esteja unido com eles.

São Vicente de Lérins - 24 de Maio


São Vicente de Lérins
Século V

As notícias que temos sobre o religioso Vicente são poucas. Ele viveu no mosteiro de Lérins, onde foi ordenado sacerdote no século V. Os dados sobre sua vida antes desse período também não são muitos. Tudo indica que ele era um soldado do exército romano e que sua origem seria o norte da França, hoje território da Bélgica.

Alguns registros encontrados em Lérins, escritos por ele mesmo, induzem a crer que seu irmão seria o bispo de Troyes. E ele decidira abandonar a vida desregrada e combativa do exército para "espantar a banalidade e a soberba de sua vida e para dedicar-se somente a Deus na humildade cristã". Vicente, então, optou pela vida monástica e nela despontou como teólogo e escritor famoso, grande reformador do mosteiro de Lérins.

Ingressou nesse mosteiro, fundado por santo Honorato, na ilha francesa localizada defronte a Cannes, já em idade avançada. Ali se ordenou sacerdote e foi eleito abade, pela retidão de caráter e austeridade de vida religiosa.

Transformou o local num florescente centro de cultura e de espiritualidade, verdadeiro celeiro de bispos e santos para a Igreja. Em 434, escreveu sua obra mais famosa, o "Comnitorium", também conhecido como "manual de advertência aos hereges". Mais tarde, são Roberto Belarmino definiu essa obra como "um livro de ouro", porque estabelece alguns critérios básicos para viver integralmente a mensagem evangélica.

Profundo conhecedor das Sagradas Escrituras e dotado de uma grande cultura humanística, os seus escritos são notáveis pelo vigor e estilo apurado, e pela clareza e precisão de pensamento. As obras possuem grande relevância contra a doutrina herética, e outros textos cristológicos e trinitários. Sua obra, em especial a "Advertência aos hereges" teve uma grande difusão e repercussão, atingindo os nossos dias.

Enaltecido pelos católicos e protestantes, porque traz toda a doutrina dos Padres analisadas nas fontes da fé cristã e todos os critérios da doutrina ortodoxa, Vicente era um grande polemista, respeitado até mesmo por são Jerônimo, futuro doutor da Igreja, seu contemporâneo. Os dois travaram grandes debates através de uma rica corresponderia, trazendo luz sobre muitas divergências doutrinais.

Vicente de Lérins teve seu reconhecimento exaltado pelo próprio antagonista, que fez questão de incluí-lo num capítulo da sua famosa obra "Homens ilustres". Morreu no mosteiro no ano 450. A Igreja católica dedica o dia 24 de maio a são Vicente de Lérins, celebrado na mesma data também no Oriente.

Fonte: http://www.paulinas.org.br/

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Hospedagem solidária é primordial para a JMJ RIO2013


Comunicação JMJ RIO2013 

Segundo a diretora do setor de hospedagem para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio2013), Irmã Graça Maria, a campanha para abrigar os peregrinos foi lançada no início de março e os coordenadores paroquiais estão trabalhando com afinco para alcançar o número necessário de casas para receber os participantes.

— Precisamos definir a distribuição geográfica dos acolhidos tão logo tenham início as inscrições, porque dependemos dessas informações para organizar outros aspectos da Jornada.

Preocupações com o trânsito
O planejamento de algumas atividades, como o estabelecimento dos espaços onde serão os momentos de catequese, só será feito depois que forem organizados os locais de pernoite para os participantes.

— Vamos distribuir os peregrinos em regiões linguísticas, explica Irmã Graça Maria.

Além disso, o comitê organizador vai procurar abrigar as pessoas bem perto de onde acontecerão as catequeses, para evitar que tenham que circular pela cidade, sobretudo no horário da manhã, quando os meios de transporte e o trânsito estão mais congestionados.

Abertura dos lares
Os interessados em abrir sua casa para acolher peregrinos no mês de julho de 2013 já estão se cadastrando pelo portalwww.rio2013.com/pt/hospedagem . Para os que não têm acesso à internet, foram montados, em todas as paróquias da Arquidiocese do Rio de Janeiro, plantões destinados a atender os que estão dispostos a ser família de acolhida.

A campanha de hospedagem é aberta a todo tipo de casa e não está restrita a famílias. Pessoas que moram sozinhas também podem oferecer suas casas.
— Não é preciso se preocupar em oferecer toalhas, roupa de cama, colchões, café da manhã... Basta o espaço para que o acolhido coloque seu colchonete e um banheiro para banho e necessidades fisiológicas, explica Irmã Graça Maria.

A expectativa em receber os peregrinos já contagiou a família de Camila Bertine, 17.

— Muita gente ainda fica com dúvida, preocupada em oferecer conforto, mas a gente está oferecendo nosso lar e não apenas o espaço físico, diz.

Simulado de Catequese anima milhares de jovens


Comunicação JMJ RIO2013 

Partilha, unidade e muita vontade de estar preparados da melhor forma possível para a JMJ Rio2013. Foi assim que milhares de jovens realizaram no último sábado, dia 19 de maio, em 35 paróquias da Arquidiocese do Rio, o primeiro Simulado de Catequese da JMJ Rio2013, promovido pelo Comitê Organizador Local (COL).

O lema escolhido para o encontro foi “Sede firmes na prática da hospitalidade” (Rm 12, 13). Em todas as foranias foi ressaltada a importância da acolhida e do comprometimento de todos para a realização da Jornada.

Este encontro é uma espécie de treinamento para ajudar os fiéis, em especial aqueles que nunca participaram de uma jornada, a compreenderem, na prática, o que é uma catequese e o que acontece na vida dos que residem naquela localidade que sedia o evento.

Além disso, o evento auxilia a organização e os voluntários na observação da estrutura para acolher os peregrinos que virão para o encontro com o Papa em 2013.

O presidente do COL e arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, que participava do Encontro de Comunicadores do Rio de Janeiro, conseguiu visitar quatro paróquias, contemplando três vicariatos – Santo Afonso e São Francisco Xavier na Tijuca, São Judas Tadeu, no Cosme Velho e Santa Edwiges, em São Cristóvão.

Em todos os locais o arcebispo cumprimentou os voluntários pelo empenho. Dom Orani exortou a que todas as comunidades continuem a participar e a divulgar a Jornada, especialmente através do voluntariado e da hospedagem.

"Somos mais que milhares, somos um”
O que aconteceu pelas paróquias do Rio

As paróquias, por toda a cidade, que receberam o simulado, se organizaram para corresponder ao chamado em preparação à JMJ Rio2013. Elas ofereceram toda a estrutura de uma catequese de Jornada, com equipes de voluntários em diversas áreas como acolhida, lanche, banheiros, atendimento médico e local para confissões.

A chegada dos cerca de 500 fiéis, entre jovens e adultos, que estiveram na manhã de sábado na paróquia Nossa Senhora de Loreto, em Jacarepaguá, foi animada pelos jovens do Encontro de Adolescentes com Cristo (EAC) à base de violões e pandeirolas, anunciando a alegria que comandará em julho de 2013.

— Assim como Cristo de braços abertos, acolhemos não só em nossas casas mas também com nossas atitudes a todos os irmãos, disse padre Jair Cardoso Alves Neto, durante a homilia.

“Bom dia, buon giorno, buenos días, good morning, ni hao”. Assim o pároco, padre Li Guozhong, saudou os presentes em diversas línguas, inclusive o chinês, seu idioma materno, abrindo o simulado na paróquia São Francisco Xavier, na Tijuca. O pregador foi o padre Jorge Lutz, pároco da igreja Nossa Senhora da Guia, no Lins.

Na paróquia Santo Afonso, também na Tijuca, os voluntários foram chamados a vestir uma camisa amarela, para se destacarem. O bispo auxiliar do Rio, Dom Nelson Francelino, ministrou a pregação.
— Estamos vivendo tempos difíceis. A família já não forma tanto, os meios de comunicação nem sempre têm uma mensagem que edifica. É preciso acolher e proteger a juventude para que ela possa chegar até Cristo, afirmou.

Missionários da comunidade Bom Pastor animaram a catequese na paróquia Nossa Senhora de Copacabana. A palestra e santa missa foram presididas pelo padre Gustavo Ribeiro da Silva, da paróquia de São Judas Tadeu.

— O acolhimento deve ser a marca da Igreja, deve ser uma pastoral de inserção onde os irmãos possam se sentir parte da Igreja. (...) Conviver é entrar na realidade do outro. Acolher será sempre algo desafiador. Mas há uma troca, uma maturação tanto para quem é acolhido quanto para quem acolhe. Há um ganho dos dois lados, disse padre Gustavo.

Mesmo morando longe, Mariana Vieira, de 23 anos, não desanimou e saiu de São Gonçalo para participar do simulado na paróquia de Copacabana. Ela, que foi na última edição da JMJ, disse que acredita que o acolhimento não será um problema para os brasileiros, “porque já somos um povo naturalmente acolhedor”.

Mario Lafaiete, de 72 anos, foi um dos voluntários atuantes do simulado. Ele disse que decidiu fazer o cadastro de voluntariado após descobrir, pelos padres da paróquia, que não havia idade máxima para servir no evento. De acordo com ele, a experiência do simulado foi positiva.

— O trabalho dos voluntários foi bom e eles foram suficientes para atender as pessoas que vieram, avaliou animado com a proximidade do evento.

Também na Santa Rosa de Lima, capela da paróquia Nossa Senhora da Vitória, na Barra da Tijuca, entre os jovens de idade e de espírito estava Maria da Piedade, uma portuguesa de 88 anos que veio para "tomar nota de várias coisas".

A união marcou o evento, demonstrada ainda mais com a presença dos sacerdotes de todas as paróquias da forania.

— Apesar de ainda ser cedo, são 8h20min, o que já me deixa impressionado é a união das paróquias, a integração, a organização das equipes, disse monsenhor Joel Portella Amado, pároco da Nossa Senhora da Vitória e diretor geral do COL.

O evento teve início com a animação e as palavras do monsenhor Joel:

— Para construção da Jornada são necessárias três coisas: união, trabalho e oração. É como diz o provérbio: ‘Trabalhe como se tudo dependesse somente de você e ore como se tudo dependesse somente de Deus’.

O bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio, Dom Paulo Cezar Costa, que ministrou sobre o tema da catequese, destacou:

— Acolher é ir ao encontro da realidade do outro onde o outro se encontra, ressaltou.

— Minha expectativa para este simulado é aprender o que vou precisar fazer na semana da jornada. Que seja um momento em que a graça de Deus toque o coração das pessoas. Este é objetivo da jornada, converter os jovens para serem verdadeiramente discípulos de Cristo, disse Alessandra Vivas, voluntária da JMJ pela Paróquia Imaculada Conceição.

O padre Rafael Siqueira, em seu primeiro mês de ordenação, foi convidado para dar a palestra no Simulado:

— Recebo como muita alegria essa responsabilidade. É um desafio que o Senhor me coloca em pastorear esse rebanho jovem, destacou o sacerdote.

Na Paróquia Nossa Senhora Mãe da Divina Providência, Dom Roberto Lopes, vigário episcopal para a Vida Consagrada, foi o pregador. Na opinião do paroquiano José Luiz Manoel o que disse o vigário foi muito esclarecedor.
— Dom Roberto contribuiu com citações da bíblia, ressaltando que o ponto principal é o acolhimento. Deus não só é amor, mas também acolhimento. Jovem não precisa deixar de ser jovem para viver a palavra e ter Deus no Coração, disse.

— Eis uma das mensagens que a JMJ nos traz a cada edição: em nossa universalidade somos um, independente de língua, cultura ou etnia, a fé é o que nos une, disse o voluntário Filipe Ferreira do Nascimento, da paróquia Nossa Senhora do Loreto.

* Fonte: www.rio2013.com
* Fotos: Comunicação JMJ RIO2013 e Carlos Alberto da Silva